Tem algo em mim que não conseguem ver, mas querem experimentar.
Sempre têm a vontade de me empurrar pra lá.
Ofereço minha cabeça para debaixo de seus sapatos, e divertem-se.
Pedem, mandam, demandam, e mesmo com o suposto no prazer de estar acima, ainda estão insatisfeitos.
Ainda não houve quem soubesse adestrar da pele à carne.
Por mais que eu sirva, minha liberdade é um perigo.
Preso ou silenciado, sigo livre.
Deixe um comentário